Todos lutam por aquilo que consideram justo. Luta-se contra a violência, contra a guerra, contra as drogas, contra o analfabetismo, contra a pobreza, etc. Vemos, no entanto, que gasta si tempo demais combatendo os sintomas e nem sequer chegamos a arranhar a raiz do problema. Si houver uma transformação da raiz, os frutos serão diferentes.
É preciso estabelecer a diferença entre pecado e pecados.
Os pecados não passam de conseqüência de uma natureza pecaminosa que trazemos conosco por herança, que vem desde Adão (Rm5:12). Se há algo que o homem já nasce sabendo é pecado. Esta enraizado de tal maneira que acaba se manifestando através de vários pecados que cometemos em nosso dia-dia. Em vez de concentrarmos nossa munição combatendo apenas aquilo que esta a flor da pele, isto é, os pecados vão apontar nossas armas contra aquilo que esta enraizada na personalidade humana que é a natureza do pecado. Se você construir um cacho de uva em uma bananeira, ela não se transforma em uma parreira só por causa disto. O tratamento deverá ser bem mais profundo se quisermos realmente se quisermos realmente que aja transformação tão significativa. Um bom médico não trata apenas do sintoma, ele quer erradicar a causa. Se alguém ensinar boa educação a um ladrão, conseguir apenas transformá-lo em um ladrão bem educado.
A grande tarefa da humanidade é que, apesar de tanto esforços em busca da felicidade, esta continua tão longe quanto sempre esteve. Nessa constroem-se os grandes centros de diversão como cinemas, boates, clubes, piscinas, e praças. O homem faz qualquer coisa para colocar um pouco de alivio á sua dor, aliviando assim os sintomas mais desagradáveis.
A felicidade, porem, por mais paradoxal que isso possa parecer, não é para quem a procura acima de todas as coisas. Felizes são os que têm fome e sede de justiça. A felicidade vem como conseqüência da busca de algo ainda maior do que ela mesma, ou seja, a justiça. São felizes aqueles que buscam a justiça e não os que buscam a felicidade.
QUE DEUS ABENÇOE
